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Que tal um passeio na Orla Marítima no Rio de Janeiro?

7 04 2009

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Stallone deixa a dica





Um fa(r)do insuportável!

7 04 2009

 

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Calma! Não vim aqui para falar mal do Fado, até porque sou uma boa ouvinte de Fados. Mas tentei encontrar um tema para este post, e não encontro para já outro que esteja mais adequado.

Eu não percebo porque há pessoas nesta vida que quando está com um fardo pesado, tem que descarregar na primeira pessoa que encontra. Estava eu, quietinha no comboio a caminho de casa, onde a paciencia já nao era muito grande – havia um atraso de 35 minutos, e vim sentada ao lado de 2 gaijas. Uma de repente despara, começando a falar mal do marido: “Não agüento mais, devia era mais estar sozinha, mesmo que fosse num quartito arrendado. Aquele gajo quanto mais velho fica, mais insuportável. Aquela mãe dele é uma coisa que ninguem acredita, liga para lá a dizer que morre de saudades, e convida quase todos os fins de semana para lá estarmos! Agora é a páscoa, sou obrigada a lá estar e blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá….” A uma determinada altura eu já estava tão farta que já traduzia toda aquela lorota em blás blás blás.

A desgraçada da amiga que seguia no banco de frente para a outra, estava ali quase a arrancar os próprios olhos, a procurar uma revista ou qualquer buraco dentro da mala onde pudesse meter-se e de lá nunca mais sair (ou entáo a procura de uma rolha para calar a outra), e a única coisa que lhe saía da alma era um súplico “poisss”. De repente olhei-a, e transmiti um olhar de compaixão, como quem dissesse-lhe: “Calma amiga, mais algumas estações já te vês livre deste martírio”.

Mas realmente nós, mulheres. Os homens têem de aturar os amigos a falar do carro novo, da mota nova, da gaija com excelentes atributos. Mas a nós, sempre nos calha pelo menos uma vez na vida uma gaija que confunde os nossos ouvidos com penicos, e despeja toda má digestão de uma vida.

E após ouvir toda aquela história (eu e toda a carruagem), completo o meu dia a ler um post do blog Rafeiro Perfumado, Curta 10 – Digam lá que não sou vosso amigo, gaijas. E pensei, devia era lá estar o Companheiro Rafeiro, porque de certeza ele estaria a suar e a escrever incansavelmente no seu bloquinho de apontamentos muitas ideias para um proximo post.

Xauzinho.





Curiosidades da Historia Moderna

16 03 2009

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Bolo da Caneca com Calda de Chocolate

1 02 2009

Olá, tal e qual a autora do blog Amor e Sabores, este dia chuvoso pediu realmente um bolinho de microondas. Encontrei a receita, fiz, comi, e eu e toda a familia aprovou esta receita super rapida e saborosa.

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“Agora no fim de semana, com um domingo de manhã cinzento e ameaçar de chuva, apeteceu , aos gulosos de serviço , um bolinho de caneca.

Um bolinho que quando se está como muita vontade de comer rápidamente um doce e não se quer ter muito trabalho ,é uma boa solução.

Há imensas receitas na Net, sobre este bolinho,, esta receita que partilho connvosco , nunca me sai mal e é uma maravilha, fica um bolinho bem fofinho e com a acalda que o cobre fica realmente guloso.

Eu uso uma chávena almoçadeira, como  o fundo é meio abaulado , é fácil depois desenformar, mesmo não untando a chávena. Caso não tenham uma chávena de fundo abaulado e queiram desenformar, batem o bolo à parte e depois despejam a massa numa chávena ( que leve cerca de 300 ml / 3 dl de conteúdo) untada com um pouco de óleo.

Uma recomendação, as medidas de farinha indicadas são rasas, nada de colher a fazer monte, que o bolo depois fica rijo, se o vosso micro-ondas é dos potentes, não o ponham no máximo,ponham na temperatura média por 3 minutos.

E pronto agora vamos lá então finalmente à receita:

INGREDIENTES:
1 ovo pequeno
4 colheres (sopa) de leite
3 colheres (sopa) de óleo
2 colheres (sopa) rasas de chocolate em pó
4 colheres (sopa) rasas de açúcar
4 colheres (sopa) rasas de farinha de trigo
1 colher (café) rasa de fermento em pó
Calda:
2 colheres (sopa) de leite
1 colher (chá) de manteiga
1 ou 2 colheres (sopa) rasas de açúcar
3 colheres (sopa) rasas de chocolate em pó

MODO DE PREPARO:

Coloquem o ovo na caneca e batam bem com garfo. Acrescentem o óleo, o açúcar, o leite, o chocolate ( aqui uso bem cheias as colheres) e batam mais. Acrescentem a farinha e o fermento e mexam delicadamente até incorporar. Leva-se  por 3 minutos ao microondas .

Calda: Mistura-se tudo e coloqca-se por 30 segundos no microondas na potência máxima. Coloca-se no bolo ainda quente

Se quiserem enfeitar, fica bonito uma folhinhas de hortelã no centro do bolinho, contrasta com o castanho da calda de chocolate”





A Internacionalização do Mundo

29 01 2009

O meu marido trouxe da Fac. de Ciencias de Lisboa o texto abaixo, no qual fiquei muito orgulhosa do ex-Ministro Cristovam Buarque. Vou procurar saber um pouco mais sobre esta pessoa.

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A Internacionalização do Mundo

Cristovam Buarque

Durante debate em uma Universidade, nos Estados Unidos, fui questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para uma resposta minha.

De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

Respondi que, como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, podia imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade.

Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Os ricos do mundo, no direito de queimar esse imenso patrimônio da Humanidade.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

Durante o encontro em que recebi a pergunta, as Nações Unidas reuniam o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu disse que Nova York, como sede das Nações Unidas, deveria ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza especifica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o pais onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa.

(*) Cristovam Buarque, 58, doutor em economia e professor do Departamento de Economia da UnB (Universidade de Brasília), foi governador do Distrito Federal pelo PT (1995-98). Autor, entre outras obras, de “A Segunda Abolição” (editora Paz e Terra).

 

Nota:

 

Recebemos um email questionando sobre a autenticidade do texto, pois alguns “web sites” diziam não ser Cristovam Buarque o seu autor. Entramos em contato com Cristovam que confirmou, em 10/05/2002, ser o texto de sua autoria:

“Prezado Paulo 

O artigo é meu e foi publicado no Globo e no Correio Brasiliense, no final de 2000. O fato em si ocorreu em Setembro de 2000 em Nova York, durante o State of The World Forum.

 Grande abraço 

Cristovam”

e mais, em 28 de maio de 2002:

Prezados (as) amigos (as),

Vem sendo distribuido pela internet por diversas pessoas, o que me surpreende agradavelmente, o artigo “A Internacionalização do Mundo”. O fato que deu origem a este artigo ocorreu em Nova York, nas salas de convenções do Hotel Hilton, durante o encontro do State of the World Forum, em Setembro de 2000. Publiquei o artigo no Globo e no Correio Braziliense, logo depois. Mas de vez em quando surgem mudanças e informações adicionais nem sempre verdadeiras. É falso que o artigo foi publicado no New York Time e outros jornais estrangeiros. Se tivesse sido eu tomaria certamente conhecimento através de algum amigo.

No mais, fico contente que vocês tenham lido. E para aqueles que ainda não leram aproveito a oportunidade para mandar.

Grande abraço
Cristovam

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Fonte: AlmaCarioca





Inbox I: Correios de Portugal – Está demais e é verídico

19 01 2009

Acontece com todo mundo, diariamente recebemos dezenas (alguns recebem centenas) de e-mails onde a metade deles são textos, fotos, noticias curiosas e engraçadas. Não gosto nada de receber mensagens com conteúdo violento, deixa-me mesmo mal-disposta (Dispenso os engraçadinhos).

 

E achei interessante criar um Tag com estes mails que recebo para quem gosta de ver coisas curiosas e engraçadas.

 

 

De: Amigos de Lisboa

 

“Vejam-me isto:

Fui recentemente aos Correios na baixa de Lisboa e fui atendida por

uma dessas novas funcionarias dos Palops. A funcionária (era loira de

carapinha!!) dos Correios perguntou o nome para colocar no recibo.

Sem dar importância disse-lhe que deixasse em branco.

Agora poderão ver no recibo que segue em anexo o que a funcionária

escreveu no local do meu nome.

Para não dizerem que é mentira… Aqui vai”